Trôpega espera ou texto sem clímax

Durante uma turbulenta aterrissagem na pista pequena demais do aeroporto de Congonhas, Cassandra acordou pela primeira vez. Sentia a perna esquerda dormente, assim como braço que apoiava a cabeça na poltrona minúscula. Os olhos ardiam, a boca exalava secura e um hálito repugnante do salgado sabor azia distribuído na cortesia – também feito sob medida … Continue lendo Trôpega espera ou texto sem clímax